sábado, 2 de março de 2013

Imagine Hot com Harry Styles



Eu me chamo Harry. Moro em um apartamento com uma garota. A (S/N). Nós dividimos o aluguel por não termos dinheiro o suficiente para pagar sozinhos. Somos muito amigos, mas MUITO amigos mesmo. Só tem um problema nisso... Ela acha que sou gay. Bom... Como eu sou muito ao contrário disso, eu fingi ser realmente gay e acho que qualquer um entenderia meu ponto de vista. Vejamos... Moro sozinho com uma garota que não tem vergonha de mim. Troca de roupa na minha frente, fala sempre de sexo comigo, me diz o que as garotas gostam e entre outros. Eu sempre gostei disso. Mas bem... Há outro probleminha...

Eu estou muito afim da (S/N).

Considero isso um problema, pois ela acha que sou realmente gay e eu não tenho oportunidade de provar para ela, mesmo sendo o que eu mais quero. Por que... Ver uma garota todo dia falando sobre como segura em um pênis e o coloca na boca, é de deixar um cara louco. E eu estou completamente louco pra tê-la.



– Como vai o seu namoro? - Pergunto para (S/N). Ela estava deitada ao meu lado. Totalmente espremidos no pequeno espaço do sofá.

– Ruim. Muito ruim. – Ela suspira, mas ri logo depois. – Ele é ruim no sexo. Se é que me entende.

– Ele não te satisfaz? – Eu seguro o riso.

– Não é bem isso, é só que... Eu não sinto tanto prazer como deveria sentir. – Ela dá de ombros. – Bom, eu vou tomar um banho, pois mais tarde terei de encontrar com a família dele para um jantar. Trago algo para você, soube que a avó dele cozinha bem. – Ela sorri assim que se levanta. Assinto.

Enquanto (S/N)toma banho eu preparo o jantar. Quer dizer, apenas continuo... Só faltava cozinhar o macarrão. Molho pra cá, tempero pra lá... Quase pronto. Então (S/N)me grita.

– HAAAAAAAAAAAAAAAARRY!

– O QUE FOI? – Grito de volta.

– Traz uma toalha pra mim!

Reviro os olhos e sorrio. Já é de costume a (S/N)esquecer a toalha.

Desligo o fogo e vou ao nosso quarto. Ah sim... Esqueci de mencionar que nós dormimos na mesma cama. O que não era um problema desde uns tempos pra cá.

Procuro uma toalha branca e limpa no guarda-roupa. Rapidamente acho e paro na frente do banheiro. A porta estava encostada. Hesito. Não poderia fazer isso, posso ter pensamentos impróprios com a (S/N), mas não falto o respeito com ela.

– (S/N), a toalha está aqui. – digo.

– Pode entrar, aproveita e pega um óleo pra mim.

– Mas você está tomando banho! – Falo com a cabeça encostada na porta. Devia ou não entrar de uma vez?

– Eu não me importo, sabe que não tenho vergonha com você! Entra logo!

Faço o que a (S/N)manda e entro lentamente como se quisesse me esconder de alguém. A única coisa elegante em nosso apartamento era o banheiro do quarto. Ele era realmente chique. Talvez por isso o aluguel fosse tão caro. Pra começar o banheiro era da cor bege. Nas paredes um tom mais escuro, quase marrom. Era grande e espaçoso. Um espelho enorme estava na parede. Ele refletia o box. E Box era transparente, dava para ver tudo... Tudo mesmo!

– Pega o óleo em cima da pia! – Ouço (S/N)falar sem nenhum tom de preocupação ou vergonha na voz. Eu ainda estava evitando olhar para o box. Eu sei que ficaria excitado na mesma hora.

Pego o óleo de embalagem rosa e me viro olhando para o chão. Sigo lentamente e continuo o caminho com os olhos. Havia dois degraus, o que tornava o banheiro muito chique, e então era o box. O grande box. Mas eu comecei errado. Eu olhava de baixo para cima, e bem... (S/N)estava sentada no chão. Ela passava a gilete em sua perna. O modo como ela se esticava para alcançar sua perna, fazia com que seu braço cobrisse seu seio de mesmo direção.

– Ér... Aqui está. – Digo engolindo em seco.

– Obrigada, agora sente-se aí, quero conversar. – Ela sorri de lado. Franzo a testa. O que?

Sento-me em um degrau de modo que minha visão só alcance seu lado de trás. Suspiro baixinho. Eu teria de me controlar muito!

– Continuando... O Sam talvez não me satisfaça, pois sou eu que sempre faço tudo, sabe? Eu que o faço chegar ao ápice primeiro e sempre sobra para eu terminar o trabalho sozinha. Eu odeio isso Harry... Faz ideia de como é ruim?

Eu não respondo, pois havia me perdido em seus contornos. Seus cabelos estavam para o lado, deixando um lado de seu ombro nu. Desço minha visão de suas costas, a sua cintura perfeita, até seu quadril.

– Harry?

– Sim? Ah sim... – Pigarreio. – Deve ser muito ruim, (S/N).

– Isso me deixa péssima. – Ela bufa e suspira logo depois. – Preciso de um homem de verdade!

– Eu poderia ser esse homem de verdade. – Deixo escapar dos meus lábios.

Droga Harry!

– Hã? – (S/N)ri. – Você é gay, jamais saberia agir como um homem de verdade! – Ela debocha. Levanto uma sobrancelha.

Ok, isso me ofendeu.

– Você tem certeza? Está duvidando? – (S/N)se vira e me observa. Sorrio maliciosamente. – Eu poderia te levar ao orgasmo em dois minutos.

– Me levar ao orgasmo? – Ela bufa novamente. – Por favor, Harry, não se iluda!

– Você quer que eu te mostre? – Eu a olho, desafiando-a.

– Eu aposto que não consegue.

– Se você ganhar eu faço a comida durante um mês, mas se eu ganhar... – Mordo a boca levemente. – Bom... Isso ainda é segredo.

(S/N)ri, achando tudo aquilo a coisa mais idiota, e então dá de ombros.

– Me faça ter um orgasmo então.

E bastaram somente essas palavras. Totalmente decidido a provar que sou capaz e ainda tirar um proveito disso, eu levanto. Tiro minha camisa e logo em seguida a minha calça. Fico apenas de cueca. A minha humilde boxer preta da Calvin Klein. (S/N)me olha curiosamente. Eu abro o box e entro. Pego a gilete de sua mão e largo ao meu lado. Eu a puxo, fazendo-a levantar e não disfarço nem um pouco ao olhar para seu corpo. Ela estava ali. Com uma sobrancelha levantada, duvidando de mim e totalmente nua. Eu observo seus contornos. Ela era perfeita, quero dizer... Gostosa demais! Seus seios eram de um tamanho perfeito, rígidos e redondos. Sua barriga era perfeitamente lisa. Suas coxas eram maiores do que eu pensei. Solto o ar demonstrando admiração. Eu a olho nos olhos. Ela ria, provavelmente achando que os meus olhares foram forçados. Então eu a encosto na parede, colando meu corpo no seu. O baque foi um pouco forte o que fez a (S/N)ficar ofegante de uma hora pra outra. Agora a água do chuveiro deslizava apenas no nosso lado direito. Com minha mão direita eu aperto com força a sua perna de mesma direção e subo para sua cintura. (S/N)já tinha a respiração mais calma, mas estava com a boca entreaberta.

– Calma aí! Não precisa fingir que é esse homem todo... – (S/N)diz enquanto olha em meus olhos. Rio debochando do que ela acabou de falar.

– Eu não vou fingir... Eu vou mostrar. – Dou uma piscadela e um sorriso safado.

Desço minha mão para sua virilha e vou alisando a mesma bem devagar. Minha mão sobe passeando por seu baixo ventre, fazendo-a arrepiar. (S/N)me observava enquanto soltava leves suspiros. Desço minha mão novamente, tocando a sua intimidade. (S/N)puxa o ar entre os dentes e coloca um braço envolta do meu pescoço para se apoiar, já que decidiu deixar sua perna impressa contra a parede e minha cintura. Eu desço com meu dedo maior, encontrando seu clitóris de imediato. Eu a olho com um sorriso malandro no rosto. Então começo com os movimentos circulares. Rapidamente (S/N)vai mostrando sentir prazer com os simples movimentos. E eu já podia afirmar com toda certeza que já estava duro. Eu aumento a rapidez nos dedos, aumentando também os seus suspiros. (S/N)apertava com força a minha nuca. Então eu paro de repente com os movimentos rápidos e faço-os ficarem devagar. (S/N)me olha curiosamente. Sua boca ainda estava entreaberta, mas um sorriso safado se formava em seu rosto.

– Que foi? Cansou? – (S/N)dá um sorriso sapeca. Não falo nada. Apenas continuo com os movimentos, diminuindo cada vez mais. – Eu sabia que você não iria aguen... – (S/N)para de falar quando eu pressiono meu dedo em seu clitóris. Ela solta um gemido alto e fecha os olhos com força. Sorrio maliciosamente.

– O que você ia dizer mesmo? – Eu olho para (S/N)que ainda mantinha os olhos fechados. – Fale, eu quero ver você tentar falar.

– Eu... – (S/N)começa, mas eu pressiono novamente meu dedo. – Oh meu Deus, Harry!

– Está gostoso não é? – Dou um sorriso sacana.

Volto com os movimentos rápidos. (S/N)não conseguia parar de gemer. Eu podia sentir sua unha cravando em meu ombro, mas não me importava. Ver sua cara de sofrido prazer, ouvir seus gemidos que me deixavam louco, era maravilhoso. A dor nem se comparava ao prazer em que eu sentia em satisfazê-la.

Sem mais delongas eu penetro dois dedos dentro de sua intimidade. Meus dedos escorregam com facilidade só pelo fato de (S/N)estar extremamente molhada, digo... Excitada.

(S/N)pressiona seu quadril contra meus dedos, e de olhos fechados, geme ainda mais. Eu levo minha mão esquerda, que estava livre, ao seu cabelo, enrolando meus dedos no mesmo e puxando com um pouco de força. (S/N)suspira levemente. Faço meus dedos saírem lentamente de sua intimidade para que quando entrarem novamente, eu possa tocar seu clitóris.

(S/N)mantinha a cabeça na parede e puxava o ar entre os dentes. Eu me inclino e roço minha boca em seu pescoço. (S/N)sente-se arrepiada e ousa em dirigir o olhar para mim, mas puxo seu cabelo com um pouco de força.

– Fique quieta. – Digo roucamente. (S/N)sorri com malícia.

Passo a ponta da língua levemente em seu pescoço e deposito beijos com pequenas mordidas. Logo sinto a necessidade de deixar-lhe uma marca para que ela jamais esqueça esse momento. Deixo chupões em seu pescoço e imediatamente eles passam de uma cor rosada para um arroxado. Satisfeito, subo os beijos parando em seu queixo. Deixo (S/N)me olhar, mas ainda mantinha os dedos entrelaçados em seu cabelo. Eu a olho nos olhos. (S/N)estava com a boca entreaberta, quase sem reação. Sorrio mordendo a boca. Decido que já estava na hora de dar-lhe o seu primeiro orgasmo comigo. Aumento a velocidade dos movimentos. (S/N)volta a gemer descontroladamente. Eu tiro os dedos da sua intimidade e continuo somente em seu clitóris.

– Agora você vai ver... – Eu sussurrava enquanto aumentava ainda mais a rapidez nos dedos deixando (S/N)mais louca ainda. – Não devia ter duvidado de mim. – (S/N)me olha enquanto puxa o ar entre os dentes. – Eu disse que sou capaz. – Ela me olha com a expressão de sofrido prazer no rosto. – E agora você vai me desejar dentro de você.

E só bastaram aquelas últimas palavras e (S/N)chega ao seu orgasmo. Percebo isso quando ela para de gemer e só suspira. Sua respiração estava ofegante. Ela me olha nos olhos e tira a mão do meu ombro, largando-a logo ao seu lado. Ela respira fundo, recuperando o fôlego. Eu sorrio satisfeito e me aproximo mais ainda dela, deixando nossos corpos totalmente colados. Nossos rostos estavam separados por centímetros. Eu conseguia sentir sua respiração tentando voltar ao normal. Dou um riso sacana. (S/N)coloca sua mão em minha barriga e desce indo de encontro a minha boxer. Abaixo a cabeça acompanhando sua mão com o olhar, até que ela aperta meu pênis sobre a cueca. Eu a olho nos olhos. Ela estava boquiaberta.

– Você está duro. Está completamente excitado... – (S/N)diz abismada. Rio de leve. Ela aperta mais uma vez, fazendo-me suspirar baixinho. – Harry... – Ela sussurra olhando para mim. Balanço a cabeça para que ela continue. – Você não é gay, é?

– Você acha que sou? – Aproximo mais o meu rosto. Roço levemente meu lábio inferior no seu. – Mesmo depois disso?

(S/N)não responde. Ela apenas sorri maliciosamente.

– O que eu posso fazer por você agora? – Ela sussurrava enquanto nossos lábios se tocavam levemente. – Digo... Você ganhou a aposta.

– O que você acha que pode fazer por mim? – Pergunto, agora olhando novamente em seus olhos.

– Vou te mostrar.

(S/N)me empurra, fazendo com que eu fique colado na parede. Eu a observo. Com as duas mãos, ela tira minha boxer. Levanto os pés e chuto a boxer para o lado. (S/N)segura em meu membro e aperta levemente. Mordo a boca com um pouco de força. Ela se agacha, ficando de joelhos no chão. A água do chuveiro caía sobre suas costas. O Box estava totalmente embaçado e o vapor da água quente fazia pequenas nuvens que logo iam sumindo assim que apareciam.

Eu olho curioso para (S/N)já prevendo o que ela iria fazer. Dou um sorriso sacana. Com apenas um olhar, (S/N)agora só tem como atenção o meu membro, que pulsava sobre sua mão. (S/N)passa a ponta da língua logo na cabeça, fazendo-me puxar o ar entre os dentes. Então ela passa a língua por todo o meu pênis e o envolve na boca. Mordo a boca mais uma vez. Meu corpo treme dos pés a cabeça. Sinto um choque percorrer a minha espinha. Levo minha mão direita, entrelaçando em seu cabelo. Acompanho seus movimentos, pressionando sua cabeça. (S/N)me chupava com uma certa ternura. Ela conseguia ser delicada e ao mesmo tempo ousada. Eu me arrepio de uma forma absurda assim que sinto-a morder bem de leve a cabeça. (S/N)aperta minha coxa e consegue colocar todo o meu membro na boca, levando-me a loucura. Esse é o meu ponto fraco. O sexo oral. Presumo que se (S/N)continuasse mais alguns segundos, eu acabaria de um mau jeito. Eu afasto sua cabeça e a puxo para cima. Com a boca entreaberta eu mantenho o olhar no seu.

–Eu quero você dentro de mim. – (S/N)diz, pegando-me de surpresa com suas palavras. Sorrio maliciosamente. – Agora.

Eu a viro, empurrando-a na parede. Minha respiração, que já estava acelerada, agora estava pior. Eu também precisava tê-la. E isso não é de hoje, não é de agora. Eu queria possuí-la, eu necessitava dar-lhe mais prazer. E era isso o que eu estava prestes a fazer.

Seguro suas duas pernas e carrego (S/N)pressionando nossos corpos em seguida. Eu a desço um pouco, soltando-a levemente. (S/N)envolve suas pernas na minha cintura de modo com que ela fique presa em mim sem risco de cair. Minhas mãos descem de suas costas para suas pernas, segurando-a mais firmemente. Levo minha mão direita ao meu membro e o posiciono, para que eu encaixe perfeitamente em (S/N). Então num movimento rápido, eu havia a penetrado. Nós dois gememos. Sem aguentar mais as provocações de ambos, não hesito em entrar e sair da (S/N)com uma certa rapidez. Percebo que nós não havíamos nos beijado ainda. Inclino meu rosto para olhá-la, já que ela estava maior por eu estar carregando-a. (S/N)põe a mão direita em meu rosto enquanto sua mão esquerda arranhava minhas costas, arrepiando-me. Eu a estoco mais fundo. (S/N)geme alto, bem em meu ouvido. Sinto meu corpo tremer. Eu a olho com urgência. (S/N)entende e cola sua boca na minha. Logo de começo ela morde meu lábio inferior. Sinto sua língua na minha, entrelaçando-se perfeitamente. Nada de beijo calmo, nada de romântico. Só havia pressa e o desejo no beijo. Eu chupo seu lábio inferior e a paro de beijá-la quando ela decide gemer assim que eu invisto mais forte para dentro dela.

– Oh Harry... – Ela geme meu nome provocando uma onda de sensações mistas em meu corpo.

Pressionando seu corpo na parede e segurando-a com minha mão esquerda, eu utilizo minha outra mão livre para apalpar seu seio de mesma direção. Massageio o bico de seu seio, fazendo-a arrepiar. (S/N)enterra seu rosto em meu pescoço. Seguro de baixo para cima seu seio direito. Eu levanto (S/N)mais um pouco de forma com que seus seios fiquem bem em minha frente. Eu abocanho cada um com vontade. (S/N)tinha a respiração ofegante e suspirava baixinho. Sentindo que já cheguei ao meu limite de força, eu ponho (S/N)no chão e seguro sua perna direita, colocando em minha cintura. (S/N)passa a mão por meu peitoral e desce parando em minha barriga. Seguro meu membro e passo só a cabeça em sua entrada. (S/N)dá um sorriso safado e desce a mão parando em minha virilha. Ela já percebeu que é um ponto fraco, exatamente onde ela estava tocando. Então eu a penetro mais uma vez, fazendo com que agora não sobre mais nenhum espaço entre nós. Eu a estoco rápido, fazendo com que ambos não parássemos de gemer. Eu puxo o ar entre os dentes quando (S/N)pressiona seu quadril em meu pênis. Jogo a cabeça pra trás e suspiro. A água caía perfeitamente sobre nós. Nossos cabelos estavam mais molhados que antes. Enquanto eu entro e saio num ritmo perfeito, percebo que dali a diante eu não iria conseguir mais parar até chegar ao meu limite total. (S/N)me olha de forma extremamente sedutora. A água escorria por seu rosto, passando por sua boca entreaberta e caindo do seu queixo para a sua barriga. Também percebendo que logo nós chegaríamos ao orgasmo, (S/N)me puxa para um beijo entre gemidos abafados. Eu a beijo mesmo com a agua escorrendo entre nossos rostos, mesmo com a respiração ofegante. (S/N)crava as unhas em mim enquanto chupa minha língua de uma forma feroz. Mordo sua boca como protesto. Ela para o beijo e fecha os olhos com força. Faço o mesmo sem parar com o ritmo nos movimentos e então, (S/N)chega ao seu ápice, quase na mesma hora que eu. Consigo tirar meu membro a tempo de dentro dela e gozo em sua barriga. Nós paramos para respirar e recuperar o fôlego. (S/N)me olha.

– Você quer jantar comigo? – Pergunto com um leve sorriso no rosto.

– Aposto que vai ser bem melhor. – Ela responde e me dá um selinho demorado em seguida

Nunca subestime alguém, você não sabe do que essa pessoa é capaz

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